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Planejamento Estratégico: dificuldade ou facilidade?

Publicado: Segunda, 20 de Novembro de 2017, 10h11 | Última atualização em Segunda, 20 de Novembro de 2017, 11h44

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Gabriel Pádua

Aristóteles diz: “A finalidade da estratégia é a vitória”. O planejamento estratégico nasceu da necessidade de criar e atingir objetivos em situações complexas e simples, do modo que a análise do ambiente, tanto interno como externo, seja inserida no plano para atingi-los de maneira mais segura possível.

O mesmo se encontra no topo da pirâmide, aonde a mesma é formada por mais dois planejamentos que acompanha logo abaixo onde cada uma tem sua finalidade: Planejamento Estratégico, Planejamento Tático, Planejamento Operacional.

A estratégia é considerada por muitos uma dificuldade grande por conta de seu desenvolvimento e aplicação da mesma em prática. Esta dificuldade vem desde a década de 80 onde, alguns gestores tinha uma certa rejeição por implantar o mesmo.

“A finalidade da estratégia é a vitória”.

Uma das falhas do PE é a oportunidade da opinião de supervisores serem aplicadas no momento de decisões, onde depende da sintonia entre a empresa e o ambiente competitivo e, neste sentido, precisa ser atualizado periodicamente para acompanhar as mudanças relevantes do ambiente. Assim, o roteiro para se formular um Plano Estratégico pode ser dividido em dois conjuntos: um mais permanente, menos afetado pelas mudanças do ambiente, e outro mais influenciável pelas alterações do ambiente. Ambos, porém, devem ser periodicamente submetidos a processos de atualização. Então deve-se lembrar que o planejamento estratégico em si não evita o fracasso, ou seja, o simples ato de planejar não é garantia de sucesso. Entretanto, ao se elaborar um plano estratégico a organização aumenta a sua probabilidade de estar no lugar certo e na hora certa.

Afirma-se quando o PE é implementado com sucesso pode trazer três benefícios. Primeiro, traz satisfação aos stakeholders, ao saber que o negócio está caminhando bem e tem um futuro de longo prazo. Segundo, define as metas, os prazos e as estratégias com os quais os gestores vão se guiar, isto é, expressa quais são os compromissos da organização e os parâmetros de tempo e desempenho. Terceiro, eleva o comprometimento de uma organização que conhece aonde pretende chegar e o que pretende realizar.

Conclui-se com base na teoria, o planejamento estratégico pode ser descrito como uma ferramenta de gestão que tem como finalidade orientar o direcionamento da organização para cumprir uma meta estabelecida ou o alcance de objetivo traçado. Para isso, coordena a alocação eficaz e eficiente dos recursos humanos e financeiros em conformidade com a análise do ambiente interno e externo. Com isso, o papel fundamental seu é orientar as decisões cotidianas com a finalidade de que estas conduzam para a concretização das diretrizes estratégicas estabelecidas pela organização. Então vimos que mesmo com dificuldades passadas, esta ferramenta é uma forma de “facilidade” na organização aonde escolhe aplicar ela. Sabendo que os resultados sugerem que o sucesso da mesma está em grande parte condicionado pelos dados destinados a ela, não havendo ferramentas, que por si mesmas, garantam o êxito, isso se dá através de um trabalho conjunto desde a formulação da estratégia até a efetiva implementação da ferramenta de gestão.

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