Ir direto para menu de acessibilidade.
Início do conteúdo da página

Artigos

Última atualização em Terça, 17 de Abril de 2018, 13h32

Os 8 Fundamentos do novo Modelo de Excelência da Gestão (MEG)

José Márcio Arcanjo No dia 18/10/2016 entrou em vigor a 21ª edição do Modelo de Excelência da Gestão® (MEG), principal publicação da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), um dos principais centros de referência para melhoria da produtividade das organizações e da competitividade no Brasil. As duas principais mudanças propostas pela 21ª edição consistem: (1) apresentação...

Registrado em: Artigos

Última atualização em 17/04/2018, 13h32

  • publicado
  • 17/04/18
  • 13h32

Nem sempre o problema é da estratégia e da implantação

execução 01

Fernando Braga

Tradicionalmente (ou inovadoramente!) o planejamento estratégico envolve diagnósticos e análises do ambiente de negócios, sessões de geração de ideias, dinâmicas criativas, encontros em hotéis ou auditórios, envolvendo executivos e gestores, gerando belos relatórios e apresentações de slides. Isso tudo proporciona uma sensação de que um esforço intelectual importante foi feito e, ainda, faz empresários e gestores pensarem que foram produtivos. Por outro lado, isso tudo pode ser uma grande armadilha, já que vários planejamentos falham simplesmente porque dizem respeito a algo que não vale a pena ser executado!

Muitas das ditas “estratégias” formuladas são listas de metas e não escolhas, ou ainda prioridades e escolhas, mas conflitantes no conjunto. Uma estratégia verdadeiramente competente é um conjunto claro de escolhas coerentes e sinérgicas, inclusive contemplando o que não será feito. Vale lembrar Michael Porter: “quem não tem estratégia faz qualquer negócio”. Assim, com um conjunto de poucas escolhas sinérgicas e que representam o que não pode deixar de ser feito, é mais fácil influenciar as decisões e ações do dia a dia de gestores e equipes. Apenas comunicar a estratégia não é suficiente: ela deve estar incorporada nas atitudes das equipes.

Outra ameaça à elaboração de uma boa estratégia é tratá-la como um processo exclusivamente top-down, em que as prioridades e escolhas são definidas na alta gestão e o papel dos gestores é apenas desdobrá-las para os demais níveis gerenciais e equipes. Não existe separação real entre estratégia e execução ou entre estratégico e operacional. Essa distinção é apenas conceitual! Uma estratégia acontece quando movimentos da ponta para a alta gestão formam um ciclo de feedback do planejamento, promovendo a experimentação e o aprendizado.

Nesse sentido, é uma falha muito comum da alta gestão acreditar que precisa fazer todas as escolhas estratégicas e apenas repassá-las para a equipe. Numa cultura estratégica, a equipe também fará escolhas e o papel da gestão é coordená-las, não controlá-las, gerenciando um processo “orgânico”. Como isso envolve muito mais incertezas, ambiguidades e gestão de mudanças, é raro encontrar este tipo de postura na prática. Todavia – não coincidentemente – isto é notado nas organizações mais competitivas.

Portanto, atenção! Um planejamento estratégico de verdade deve ter abertura à mudança como única constante e, por isso, uma postura crítica e um modelo de gestão participativo são essenciais. Todavia, isso não acontece sem esforço ou a curto prazo, pois não existem ferramentas milagrosas para formular e executar uma estratégia competente. O que se requer é promover e cultivar uma cultura organizacional estratégica. E esse trabalho acontece todo dia, tal como descrito pelo poeta alemão Goethe: “como as estrelas, sem pressa e sem descanso”.

Imagem: Freepik

Análises de Pareto - O que é e para que serve?

Blog da Estratégia - Stratec

Está em busca de uma maneira mais eficiente de identificar e solucionar os problemas de sua empresa? As Análises de Pareto existem para tornar mais simples o desafio de lidar com crises e encontrar soluções eficazes e, por isso, são fortes aliadas da rotina de um gestor.

Se você ainda não conhece, não sabe para que serve e nem como utilizar essa ferramenta, não se preocupe. Fizemos este post justamente para te contar sobre a Análise de Pareto e sua aplicação. Assim, ao final da leitura, você estará ainda mais preparado para contribuir para a conquista de melhores resultados em sua empresa! Vamos lá? 

PARETO.a

O que são as Análises de Pareto

Vilfrido Pareto foi um economista italiano que constatou que 80% da riqueza de seu país se concentrava nas mãos de 20% da população, o que causava problemas econômicos.

Essa análise levou à ideia de que 80% dos problemas têm origem em 20% das causas. Uma teoria que pode ser utilizada para além da economia e que, por isso, levou ao desenvolvimento da Regra 80/20, Curva ABC, Diagrama de Pareto ou Análises de Pareto.

Para que servem essas análises?

Em ambiente empresarial, as Análises servem para indicar que grande parte dos problemas com os quais gestores lidam diariamente tem origem em causas mais específicas do que, por vezes, pode parecer.

Isso porque, sem realizar uma análise, fica difícil identificar com clareza qual a origem real dos desafios que a empresa enfrenta. Dessa forma, gestores e colaboradores acabam direcionando seus esforços a soluções que acabam sendo apenas paliativas sem, de fato, chegar ao cerne da questão.

Assim sendo, as Análises de Pareto fornecem informações valiosas para o desenvolvimento de estratégias mais assertivas, soluções eficazes e duradouras e para evitar a ocorrência de novas crises.

Tudo isso de forma mais fácil e segura, poupando esforços, tempo e recursos. E, portanto, levando a resultados melhores e mais promissores.

Como aplicar as Análises de Pareto na sua empresa

As Análises de Pareto se baseiam no desenvolvimento de tabelas, planilhas e gráficos. Ainda que tudo isso possa ser feito manualmente ou com o apoio do Excel, o mais indicado é buscar por um software que reúna todas essas funcionalidades.

Vale considerar que esse tipo de tecnologia, além de tornar o processo mais simples, facilita o cruzamento de informações para uma análise mais rica e completa.

Seja qual for a sua escolha para o desenvolvimento das Análises, é importante saber que a relação 80/20 não é exata e pode variar de acordo com a realidade de cada empresa. A ideia, porém, permanece, bem como a eficácia do método.

Desenvolvimento do diagrama

O Diagrama de Pareto é feito com base na coleta e organização de dados relativos aos problemas e causas identificados na empresa. Num primeiro momento, o processo pode parecer trabalhoso, mas leva a resultados claros e que tendem a apresentar uma nova visão para a solução de crises.

-  O primeiro passo é justamente listar os problemas identificados e suas causas;

-  O segundo passo é ordenar essa lista, do problema mais recorrente ao menos recorrente;

-  O terceiro passo é fazer um cálculo da porcentagem da ocorrência de cada problema, com base no número de causas;

-  O quarto e último passo é organizar esses dados em um gráfico de barras que relacione problemas x frequência.

Análise dos dados

Uma vez desenvolvido o diagrama ou gráfico, fica visualmente fácil de identificar a verdadeira relação entre problemas e causas e suas consequências para a rotina e resultados da empresa.

O acesso a dados mais precisos favorece o desenvolvimento de soluções, contribui para a análise de qualidade dos processos e estratégias aplicadas e, ainda, para o processo global de tomada de decisões.

Depois da análise dos dados levantados, é hora de colocar um plano de ação em funcionamento!

Imagem: Pixaby 

QUAIS OS TIPOS DE LIDERANÇA – CONHEÇA ALGUNS MODELOS

LIDERES

por José Roberto Marques

A habilidade de liderança é essencial tanto para a carreira do profissional quanto para os resultados da empresa em que ele trabalha.

A liderança é a arte de conduzir pessoas a alcançar, com êxito, os resultados planejados. Essa habilidade é uma das principais características que ajudam um indivíduo a destacar-se tanto na vida pessoal quanto no trabalho.Mas, afinal, essa capacidade de influenciar e direcionar os outros é um dom natural ou uma competência que pode ser desenvolvida ao longo da vida?

Para muitos estudiosos, as duas coisas podem acontecer e, ainda que seja uma característica intrínseca, a liderança precisa ser aperfeiçoada no decorrer do desenvolvimento da pessoa. Existem diversas teorias e modelos de lideranças que foram estudados, e nós vamos mostrar alguns deles para você!

Teorias que visam esclarecer melhor a arte de liderar

Liderar está ligado a duas questões, ao grupo e a influência que se tem sobre esse grupo. Por conta disso, existem algumas teorias que visam oferecer um melhor entendimento sobre esse poder. Saiba mais:

Teoria dos Traços

Essa foi uma das primeiras teorias a ser formulada e indica que os líderes possuem traços pessoais e físicos universais, como inteligência emocional, senso de responsabilidade, proatividade e relacionamento interpessoal, que os diferenciam do resto da população. Essa teoria enfatiza que os líderes já nascem com tais habilidades, ou seja, não existe a possibilidade de se desenvolver um líder.

Teoria Situacional

Por sua vez, a Teoria Situacional considera que existem milhares de situações dentro de um grupo liderado e muitos perfis de líderes ao redor do mundo. Desse modo, os padrões não se aplicam, pois a infinidade de combinações entre os tipos de liderança e as situações que podem ocorrer não permite que se trace um perfil exato.

Essa teoria afirma que o gestor escolhe como liderar de acordo com o projeto em andamento, as necessidades, a equipe e a situação da empresa. Nesse estilo, ele identifica e adapta as escolhas de acordo com o momento vivido, sendo assim, ele cumpre seu trabalho, repassa tarefas, compartilha opiniões e consulta seus colaboradores. Esse tipo de líder deve ter muita maturidade para executar seu trabalho e motivar seus subordinados, fazendo com que os mesmos desenvolvam suas habilidades.

Tipos de líder

Conhecer melhor alguns modelos de liderança também ajuda a compreender um pouco mais a arte de liderar.

Exigente

Este tipo de profissional possui uma ampla experiência na sua função, e por conta disso, é muito crítico, observador, perfeccionista e inspira a todos com a sua segurança. Ele observa todos os detalhes e não deixa nenhum deslize passar despercebido. Entende que para algo dar certo, “todos os buracos têm que estar tapados” e não há o menor espaço para pequenos erros. Por acreditar que a excelência é o caminho para a obtenção do sucesso, o líder exigente não utiliza técnicas autoritárias e é um exemplo para os demais colaboradores.

Autocrático

Esse é um tipo de liderança ainda muito presente no meio corporativo. Nele, o líder não promove a participação efetiva da equipe nos projetos, toma sozinho todas as decisões necessárias e costuma oprimir seus subordinados, enxergando neles concorrentes, e não, colaboradores.

A execução das demandas é feita com muito foco, e por conta disso, esse líder sempre conduz os processos com muita energia e vigor, mas, não valoriza as competências, os conhecimentos e os resultados dos subordinados, e assim, acaba criando um ambiente de trabalho no qual os profissionais são cobrados excessivamente.

Os colaboradores liderados por esse tipo de profissional podem até entregar muitos projetos e demandas, mas eles também apresentam níveis elevados de estresse, isso causa certo desconforto, queda na produtividade e limita a performance do grupo. É mais conhecido como um chefe do que um líder.

Liberal

Dá aos colaboradores liberdade para exercerem suas funções sem interferências diretas, participando apenas quando solicitado. Os próprios profissionais ficam responsáveis por gerenciar suas funções e os resultados de seu trabalho. É uma forma de demonstrar confiança na capacidade dos colaboradores e de dar a eles mais autonomia e motivação. No entanto, o líder liberal precisa estar atento para que os colaboradores não fiquem sem condução nem cometam erros graves que prejudiquem o desempenho da empresa ou se acomodem e deixem de desempenhar suas funções.

Visionário

Tem senso de oportunidade e um otimismo latente. Capaz de antecipar tendências, é empreendedor e tem disposição para correr riscos. Essa capacidade de prever as reações do mercado baseia-se em pesquisas e análises de comportamento das pessoas sobre produtos ou serviços. Esse tipo de liderança reconhece a importância dos colaboradores, pois sabe que cada pessoa tem um perfil diferente e pode contribuir para a obtenção de bons resultados e assim, busca motivá-los constantemente.

Democrático

Permite que todos os liderados participem das decisões importantes do grupo e acredita que ideias, críticas construtivas e sugestões são importantes para aperfeiçoamento dos projetos, da equipe e da organização como um todo, além de trabalhar como um orientador para todos. Através desse tipo de liderança, a própria equipe decide como será a divisão de tarefas.

Essa abertura de espaço para diálogos, a comunicação efetiva e os feedbacks constantes, desenvolvem o relacionamento interpessoal entre todos, facilita a solução de problemas internos, aumenta a motivação dos colaboradores, garante maior comprometimento da equipe e assegura os bons resultados dessa liderança. De todo modo, o líder democrático precisa ter inteligência emocional para encontrar o equilíbrio e não perder o controle, foco e objetividade.

Motivador

Esse tipo de líder desenvolve e trabalha, através da confiança e dos otimismo, o emocional dos seus colaboradores, e assim, promove a motivação no ambiente de trabalho. Esse perfil é ideal para momentos de crise e/ou quando a equipe precisa de união para que os objetivos da empresa sejam atingidos. O líder com tal personalidade deve tomar cuidado para não deixar a emoção predominar sua gestão e atrapalhar a sua equipe no alcance do sucesso.

Técnico

Esse tipo de líder possui muito conhecimento e capacidade técnica, por conta disso, suas decisões são acatadas e seguidas pela equipe. Ele participa e auxilia todo o processo e passa segurança a seus liderados, tornando-se um exemplo a ser seguido.

Leader Coach

Sabe delegar com assertividade, uma vez que identifica as capacidades individuais de cada um de seus liderados e as utiliza para potencializar seus resultados. Ele apresenta desafios e novidades motivadoras, que criam um ambiente colaborativo e empreendedor, favorável à evolução profissional e ao alcance das metas da empresa.

Modelada pelos princípios do Coaching, esse tipo de liderança estimula competências como, foco, comunicação holística e liderança, conduz projetos em parceria, leva em conta as opiniões dos colaboradores, desenvolve metas e objetivos efetivos, auxilia na resolução dos problemas que podem surgir na rotina profissional, trabalha junto à eliminação dos obstáculos e limitações da equipe e motiva os colaboradores a confiarem no trabalho desenvolvido.

Imagem:Pixabay

MACROLOGÍSTICA

 

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), lançou no dia 07 de março o Sistema de Inteligência Territorial Estratégica da Macrologística Agropecuária, a plataforma online mostra a origem, os caminhos e o destino dos principais produtos da agricultura e da pecuária nacionais. Desenvolvido pela Embrapa Territorial, o sistema deve auxiliar na ampliação da competitividade de dez cadeias agropecuárias brasileiras: soja, milho, café, laranja, cana-de-açúcar, algodão, papel e celulose, aves, suínos e bovinos.

Fonte: Mapa

Confira o Informativo

 
 
 
 
 
 
 
Fim do conteúdo da página