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Planejamento de Transportes

Publicado: Sexta, 29 de Abril de 2016, 10h02 | Última atualização em Quarta, 11 de Maio de 2016, 09h57

Em linhas gerais, o planejamento consiste na determinação de objetivos e metas de um empreendimento, bem como a coordenação dos meios e recursos necessários para atingi-los. Sendo assim, o planejamento configura-se como um processo de gestão relacionado com a preparação e organização de recursos, concertados para o alcance dos objetivos dados.

Instância essencialmente dinâmica, o planejamento é fundamental para a tomada de decisões

Instância essencialmente dinâmica, o planejamento é fundamental para a tomada de decisões, sendo, pois, considerado uma importante ferramenta para prever e organizar ações futuras, aumentando a sua eficácia para a consecução dos resultados esperados. Em outras palavras, o planejamento busca identificar e responder ao questionamento de qual futuro se pretende construir, mobilizando ações, enfrentando riscos e atentando-se aos aspectos externos e internos, positivos e negativos, para aumentar a probabilidade de se atingir o futuro almejado.

No caso do Planejamento de Transportes, há de se considerar o objetivo setorial do Estado brasileiro em dotar o país de uma infraestrutura viária adequada, confortável, integrada, segura, eficiente, acessível e com o menor custo possível, além de prezar pelo desenvolvimento socioeconômico e pela integração e coesão nacionais e da América do Sul. Para obter essa relação, o planejamento aponta para a implantação de novos sistemas de transportes e a melhoria dos sistemas já existentes, de modo a aprimorar a infraestrutura, a operação e os serviços de transporte e de logística de carga e de passageiros.

Assim como qualquer planejamento setorial, o Planejamento de Transportes pode ser realizado para diferentes horizontes temporais (curto, médio e longo prazos). Neste último, referenciado como Planejamento Estratégico de Transportes, são conjecturados cenários possíveis para anos horizontes à luz de prospecções e prognósticos dos contextos futuros; ademais, são realizadas simulações, por meio de modelos matemáticos, para prever a alocação dos fluxos de transportes de bens e pessoas na infraestrutura existente e projetada, de forma a identificar estrangulamentos (“gargalos”) e propor alternativas para superá-los.

Sob essa perspectiva, torna-se possível desenvolver e estruturar um portfólio de projetos destinados à geração de um sistema de transportes racional e integrado, com gerenciamento e operação otimizados, de forma a atender a demanda presente (real) e futura (projetada).

Destarte, o Planejamento de Transportes do Estado brasileiro fundamenta-se no propósito de alcançar a integração e a complementaridade entre os diferentes modos de transportes (rodoviário, ferroviário, aquaviário e aeroviário), ensejando a configuração de uma matriz viária mais racional. Além disso, o processo de planificação setorial subsidia, por meio de um processo dinâmico e participativo, a tomada de decisões quanto às ações das políticas públicas, além de direcionar de forma apropriada os investimentos privados em transportes.

Nesse contexto, o Governo Federal vem desenvolvendo esforços, por meio do Ministério dos Transportes (MT), para dotar o Setor de Transportes de uma visão estratégica de longo prazo que contemple a consecução de ações públicas e privadas setoriais destinadas à provisão de uma logística de transportes integrada, competitiva e eficiente para o país, tanto no que diz respeito às infraestruturas ofertadas quanto aos serviços associados. Em última instância, o sistema viário planejado deve atender adequadamente às demandas políticas de integração, desenvolvimento sustentável e superação das desigualdades regionais.

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